Clínica de recuperação e reabilitação: o que é e quando ela é necessária?

clinica de recuperação evangelica em jundiai

As clínicas de reabilitação ainda causam grande dúvida — e até mesmo estranhamento por falta de conhecimento,
embora o cenário necessite de um olhar diferente.

Atualmente, o Brasil lida com uma crescente quando o assunto é a dependência atrelada ao uso de drogas,
sentindo o reflexo do que acontece no restante do mundo.

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Em meio a tantas notícias tristes, existe uma esperança: a recuperação por meio de Clínica de Reabilitação.

Este tipo de estabelecimento trabalha e realiza um trabalho em equipe, que conta com diversos profissionais

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O que é uma clínica de recuperação?

Trata-se de um lugar especializado em ajudar pessoas na recuperação de uma grande variedade de doenças, inclusive a dependência química.

Profissionais como médicos, enfermeiros, psicólogos, psiquiatras e terapeutas ficam disponíveis em tempo integral para auxiliar os usuários na superação de todos os problemas causados pelo vício das drogas.

As clínicas de recuperação, normalmente estão situadas em locais de acesso restrito. O objetivo é garantir discrição, paz e tranquilidade aos pacientes. Além disso, elas oferecem acomodações e serviços de internação para que eles possam receber os cuidados necessários. Isso garante um tratamento intensivo, principalmente para os casos em que o grau de dependência é alto.

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A dependência química é uma doença tratável?
Antes, a dependência química era vista apenas como consequência de algum problema psiquiátrico ou desvio de caráter. Felizmente, essa percepção mudou e hoje as clínicas expandiram os serviços para cuidar das pessoas da maneira correta, ou seja, o vício é tratado como uma doença que tem tratamento.

Diante desse cenário, a aceitação de internação em clínicas de recuperação se tornou muito maior tanto por parte da pessoa dependente quanto da família. Agora elas se sentem mais encorajadas a buscar ajuda, confiantes de que os métodos utilizados trabalham na restauração da vida e dignidade humana.

 

Como funciona uma clínica de recuperação?

Se o usuário de drogas tem consciência de que está doente e demonstra vontade em buscar ajuda, o tratamento é feito imediatamente. Para a família, essa atitude é motivo de alegria. Infelizmente, nem sempre é tão fácil assim.

Quando acontece o contrário, ou seja, se ele não percebe que está no fundo do poço, os familiares podem decidir interná-lo de forma involuntária (a lei permite que isso seja feito). Nesse caso, há clínicas autorizadas que se responsabilizam pela busca, transporte e cuidados com o paciente.

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Os principais procedimentos realizados em uma clínica de recuperação são: psicoterapia, medicamento e internação. No entanto, nem todos precisam passar por esses procedimentos. Também não existe um tratamento único, que atenda a todos os casos da mesma forma.

Há casos em que o internamento é desnecessário, por exemplo. O tratamento do paciente é planejado de acordo com o tempo e o grau de dependência química em que ele se encontra. Os profissionais da clínica de recuperação estudam cada caso individualmente, para que os resultados sejam alcançados com eficiência.

Quais os tipos de tratamentos para dependentes químicos?
O tratamento pode ocorrer de diferentes formas, mas geralmente é classificado como interno, externo ou internação parcial.

Tratamento interno
É quando o dependente fica internado e recebe cuidados durante 24 horas, nos sete dias da semana. Esse processo de internação pode ser curto (com duração normal de 28 dias) ou pode ser de longo prazo (com duração de seis meses e até mais).

Normalmente, o tratamento interno de longo prazo ocorre devido a uma ordem judicial. Nesse caso, além do tratamento, é necessário trabalhar a ressocialização, um processo no qual o paciente aprende a se comportar como um membro da sociedade.

Tratamento externo

O paciente não fica internado no tratamento externo. Ele apenas visita à instituição de reabilitação para receber apoio psicológico e participar dos grupos de apoio, como o A.A. (Alcoólicos Anônimos) e o N.A. (Narcóticos Anônimos).

Além disso, ele faz um acompanhamento com o psicólogo da instituição. Nesse tipo de tratamento, o paciente pode seguir com sua vida normal e dormir na própria casa. É indicado em casos mais leves de dependência ou para continuação do tratamento após a internação.

Tratamento de internação parcial
Na internação parcial, existe uma combinação entre os tratamentos interno e externo. Sendo assim, o dependente químico recebe toda a atenção que precisa no decorrer do dia e volta para casa no período noturno.

Ele recebe cuidados em horário comercial, ou seja, das 8h às 18h. No entanto, em vez de ir ao trabalho, o dependente “trabalha” com os especialistas na sua própria reabilitação.

O que é abstinência e quais os efeitos que ela provoca?
As drogas causam diversas alterações no organismo da pessoa, principalmente quando são utilizadas com frequência por um longo tempo. Nesse caso, o vício é uma realidade e tanto o cérebro quanto o corpo sofre com a falta da substância, mais conhecida como abstinência.

Essa é uma fase, extremamente difícil para o dependente químico, pois o organismo criou o hábito de receber as toxinas. Quando ele se abstém delas, os sintomas aparecem: desconforto físico, dores, tremores, crises de ansiedade, convulsões, aumento da pressão arterial, entre outros.

Sendo assim, fica muito difícil para o dependente químico abandonar o vício sozinho. A abstinência, apesar de causar mal-estar, é uma etapa necessária para a recuperação do paciente. Por esse motivo, é fundamental que ele se submeta a um processo de desintoxicação com acompanhamento médico.

De que maneira é feita o processo de desintoxicação?
A desintoxicação é uma forma de limpeza que auxilia na redução dos sintomas da abstinência. Esse procedimento contribui para a reabilitação física e psicológica do paciente, pois retira as substâncias tóxicas do organismo de forma segura e controlada.

Em alguns casos, é preciso que o usuário se prive de usar drogas durante uns dias ou siga uma alimentação especial para, em seguida, realizar uma desintoxicação bem-sucedida.

O procedimento pode acontecer de duas formas: com internação ou via ambulatorial. A primeira é recomendada para casos mais graves, que necessitam de acompanhamento em tempo integral.

A segunda pode ser realizada no ambulatório de uma unidade de saúde. Nesse caso, o usuário precisa estar consciente e concordar com o procedimento de desintoxicação.

Como escolher uma boa clínica de recuperação?
Escolher uma clínica deve ter o mesmo rigor de se escolher um hospital para um tratamento ou internação, por exemplo. Ou seja, você fará uma pesquisa para saber se o local tem boa estrutura e é de confiança.

Estas são 5 dicas para você fazer a escolha mais adequada de uma boa clínica de recuperação:

Procure o máximo de informações e referências
Faça uma visita à clínica para avaliar o local, as instalações para todos os tipos necessários de cuidados médicos, a higiene, o comportamento dos funcionários com os pacientes internos.

Verifique se a instituição está preparada para intervenções emergenciais, caso o paciente tenha alguma complicação durante o tratamento, sendo carrinho de parada cardíaca, farmácia com todos os medicamentos necessários, protocolos clínicos, médicos e enfermeiros capacitados 24 horas por dia.

Converse, também, com outros pacientes para saber o que eles acham da clínica, do atendimento, do tratamento. Se estão sentindo resultados.

Pergunte sobre os tratamentos e rotinas do paciente
Busque saber quais os tipos de tratamento oferecidos aos pacientes, pois há terapias em grupo, uso de medicamentos, internação, reuniões periódicas entre os psicólogos e os pacientes, entre os psicólogos e familiares.

Quais são os processos do tratamento, a rotina que o paciente terá na clínica de recuperação? Tudo poderá ser acompanhado de perto pelos familiares?

Às vezes a recuperação demora, mas o dependente químico precisa sentir que está em um local seguro e confortável para que saia dali fortalecido.

Veja quem são os profissionais que farão o acompanhamento dele
Existe uma equipe multidisciplinar nas clínicas de recuperação para promover o tratamento e fazer o acompanhamento, geralmente é formada por médicos, psicólogos, enfermeiros, terapeutas ocupacionais, dentre outros. O número de pessoas é suficiente para atender a todos que estão em tratamento no local?

Conheça quem são os profissionais que estarão diariamente com o doente. Mantenha uma relação estreita com eles.

Confira os registros da clínica nos órgãos públicos
Além de toda infraestrutura, a clínica tem de estar com o alvará de funcionamento em dia, bem como, o registro no Ministério da Saúde. Outro dado importante, são os registros os profissionais envolvidos nos Conselhos de Medicina, Enfermagem, Psicologia, etc.

E, ainda, devem ser cadastradas nos Conselhos Estaduais de Entorpecentes (CONEN) e Conselhos Municipais Antidrogas (COMAD), que são responsáveis por prestarem informações à Vigilância Sanitária sobre o funcionamento da clínica.

Questione sobre a pós-internação

O tratamento não deve ser feito somente enquanto o paciente estiver na clínica, pois ao sair dela se deparará com situações que podem fazer ele ter uma recaída, ou mesmo, surgir doenças psiquiátricas mascaradas pela droga. Assim, que apoio a clínica oferece a ele?

Avalie se a instituição tem planos de consultas periódicas, com especialistas, psicólogos para depois do tratamento e a reabilitação. Participação de grupos de autoajuda para fortalecer a autoestima do paciente e mantê-lo longe das drogas, oferecendo outra visão de vida.

Quais as exigências para o funcionamento da clínica de recuperação?
O Ministério da Saúde, por meio, da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) exige para o funcionamento da clínica de recuperação um responsável técnico graduado na área de saúde ou serviço social, capacitado para atendimento de pacientes com transtorno fruto de substâncias psicoativas.

Os cursos devem ter reconhecimento dos Conselhos Estaduais de Entorpecentes (CONEN) e Conselhos Municipais Antidrogas (COMAD), um coordenador administrativo e três agentes comunitários capacitados em dependência química. Durante o período noturno é preciso que um membro da equipe esteja presente.

Infraestrutura

Cada alojamento deve estar hospedado no máximo 30 pacientes, com cama individual ou beliche, guarda-roupa, banheiro, sendo uma bacia, um lavatório e um chuveiro para cada 6 pessoas, inclusive com banheiro adaptado para deficientes físicos.

Sala de terapia e recuperação, atendimento social, individual, coletivo, de televisão/música, terapia ocupacional. Quadra de esportes, horta, criação de animais domésticos e área externa para passeio.

No setor administrativo uma sala de recepção, para arquivo das fichas dos residentes (prontuários), de reunião para equipe e banheiros para funcionários (ambos os sexos). A cozinha e a lavanderia são coletivas, e setores de limpeza, zeladoria, segurança e almoxarifado.

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Como procurar ajuda?
No Brasil, existem várias clínicas de recuperação, tanto públicas quanto particulares. Pelo fato de serem lugares mais restritos, a melhor forma de encontrá-las é por meio da indicação de um especialista ou fazendo uma busca na internet por agências de tratamento para dependentes químicos e consultando o cadastro na Senad.

Em outubro do ano passado o presidente da República, Michel Temer, na época, ampliou em mais de 50% as vagas subsidiadas pelo Governo Federal para as clínicas de recuperação, investindo R$ 90 milhões. Estavam previstas 6 mil vagas e foram liberadas 9.395, sendo que cada vaga há três acolhimentos por ano, o número sobe para 28 mil acolhimentos/ano para 2019.

Um total de 614 comunidades terapêuticas se inscreveram para ofertarem as vagas gratuitas. Todas estão qualificadas, conforme as diretrizes do Governo e vem manter uma equipe multidisciplinar com experiência profissional comprovada para os dependentes químicos.

Na hora de escolher uma clínica, dê prioridade àquela que realiza encontros em grupo, terapias, que trate também a família, promova a ressocialização e momentos espirituais. Além disso, o ideal é que o lugar ofereça também programas de prevenção a recaídas. Todo dependente químico está sujeito a fraquejar e a voltar para o consumo das drogas, por isso, todo cuidado é pouco.

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